Supremo mantém poderes de investigação do CNJ

A maioria dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quinta-feira manter os poderes de investigação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Por 6 votos a 5, a decisão reconheceu a autonomia do órgão em abrir investigações contra magistrados sem depender de corregedorias locais.

A decisão contraria liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio Mello no fim do ano passado, atendendo pedido feito pela AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), que tentava fazer valer a tese de que o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) só poderia investigar magistrados após processo nas corregedorias dos tribunais estaduais.

"Até as pedras sabem que as corregedorias [locais] não funcionam quando se trata de investigar seus próprios pares", afirmou o ministro Gilmar Mendes, que votou a favor da chamada "competência concorrente" do CNJ.

"As decisões do conselho passaram a expor situações escabrosas no seio do poder judiciário nacional", concordou Joaquim Barbosa, também afirmando que, por esse motivo, houve "uma reação corporativa contra o órgão, que vem produzindo resultados importantíssimos no sentido de correção das mazelas".

A discussão girou em torno de duas teses distintas. A primeira, que prevaleceu, afirmava que o CNJ deve ter amplo poder de investigar e, inclusive, de decidir quando os processos devem correr nos tribunais de origem.

Ministros no plenário do STF durante a sessão do STF que julgou ação sobre o CNJ

"Uma coisa é declinar da competência, outra é ser privado de sua competência", argumentou Ayres Britto. Além dele, de Mendes e Joaquim, também votaram assim os colegas Rosa Weber, Cármen Lúcia e José Antonio Dias Toffoli.

Já a segunda tese, encabeçada por Marco Aurélio Mello (relator do caso e autor da liminar que suspendeu, no final de dezembro, os poderes originários de investigação da instituição), afirmava que investigações contra magistrados devem ser, prioritariamente, ocorrer nas corregedorias dos Estados.

Com ele, votaram Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e o presidente da Corte, Cezar Peluso.

SESSÃO PÚBLICA

Durante o julgamento, os ministros decidiram analisar ponto por ponto do que foi contestado na ação da AMB.

Entre os itens discutidos, o Supremo manteve o entendimento de que todos os julgamentos de magistrados devem acontecer em sessão pública.

Os ministros entenderam que é constitucional a parte da resolução do CNJ que estabelece a publicidade de todas as sessões que julgam processos disciplinares. A AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), autora da ação contra o conselho, argumentava que, nos processos que pedem a punição de "advertência" e "censura" de juízes, as sessões deveriam ser secretas. Isso porque a Loman (Lei Orgânica da Magistratura Nancional) define que essas duas sanções tem caráter sigiloso.

Os ministros também afirmaram que o CNJ não pode definir onde os magistrados devem responder administrativamente, quando processados em seus respectivos tribunais.

A AMB questionou o fato de o CNJ ter escrito em sua regulamentação que as corregedorias devem apurar irregularidades cometidas por juízes de primeiro grau, enquanto as presidências devem investigar os desembargadores e que ambos devem avisar o conselho quando decidirem arquivar os processos. Neste caso, os ministros afirmaram que cada tribunal deve realizar internamente essa "divisão de atribuições".

O STF, no entanto, não suspendeu os artigos questionados, mas proferiu a chamada "interpretação conforme". Ou seja, definiu que a resolução do CNJ é constitucional, ao definir que os tribunais devem apurar as irregularidades e avisar o conselho quando decidirem arquivar os casos, mas não poderia dizer que os corregedores atuarão em alguns casos e os presidentes em outro -- referindo-se apenas ao "órgão competente" responsável pelo processo.

Folha. Com/Foto:Sérgio Lima/Folhapress




Pré-candidato a prefeito elogia trabalho de Dr. Pádua

Formosa da Serra Negra - Pré-candidato a prefeito em Formosa da Serra Negra, o médico Edmilson Moreira dos Santos, enalteceu, em entrevista concedida à reportagem, o trabalho realizado pelo deputado estadual Dr. Pádua. “Ele (Pádua) tem sido um parlamentar atuante, pois tem feito um bom trabalho em prol da comunidade de Formosa da Serra Negra”, reconhece.

Ele sinalizou positivamente em trabalhar em parceria com o deputado estadual Dr. Pádua, inclusive com ações nas áreas da saúde, da educação e da infraestrutura. “O município de Formosa está de parabéns pela forma como o deputado Dr. Pádua abraçou nossa cidade buscando solucionar os problemas emergenciais”, disse.

Dr. Edmilson declarou que “sente-se honrado em lutar, ladeado com o deputado Dr. Pádua, por benefícios em prol da sofrida população de Formosa da Serra Negra”. “É muito importante para nós a presença e atuação parlamentar do deputado Dr. Pádua”, afirma.

Ele falou ainda que “nós recebemos com festa com o deputado Dr. Pádua e sua comitiva, pois o nosso grupo político está muito feliz em tê-lo aqui do nosso lado lutando para melhorar a qualidade de vida da nossa gente”. “É um parlamentar da nossa região, tem compromisso com o nosso povo”, finalizou.

Empresários do MA discutem instalação de cooperativa de crédito

Hoje (18/01), às 19h, a Associação Comercial do Maranhão dará continuidade às discussões para instalação e estruturação da Cooperativa de Crédito da entidade. Para ampliar o conhecimento acerca do assunto e apresentar experiências bem sucedidas na área, a ACM receberá na sessão plenária o presidente da Cooperativa de Crédito do Sul do Maranhão – Credisul, Anerão Alvarenga.

Além de apresentar as características e os benefícios do cooperativismo, Alvarenga compartilhará a experiência vivida na CREDISUL e explicará aos associados e convidados de todos os setores da economia maranhense o funcionamento da cooperativa e quais os serviços que ela oferece aos empresários de Grajaú, como conta corrente, cheque especial e empréstimos.

“Com esta iniciativa, nossa entidade avança nas ações para a formação de sua própria Cooperativa, sendo também uma oportunidade para esclarecimento de dúvidas sobre o funcionamento de uma cooperativa de crédito e os investimentos necessários para a formação de uma instituição como essa. Vislumbramos a cooperativa de crédito como mais uma alternativa para promover o acesso aos serviços financeiros de forma produtiva e sustentável”, enfatizou o presidente da ACM, Haroldo Corrêa Cavalcanti Junior.

O objetivo da cooperativa de crédito é justamente oferecer de modo mais simples e vantajoso aos seus associados, o acesso ao crédito e outros produtos financeiros como empréstimos, financiamentos, recebimento de contas, entre outros. Atualmente, no Brasil, segundo dados do Banco Central (BC) são 1.444 cooperativas espalhadas no país.

No Maranhão, existem cinco cooperativas. Destas três são filiadas ao Sistema de Cooperativas de Crédito no Brasil (Sicoob), maior em rede de atendimento, com presença em quase todos os estados brasileiros. São elas a cooperativa de funcionários da Alumar, a Credima, em Açailândia e a Credisul, em Grajaú.

Segundo Anerão Alvarenga, a cooperativa significa um excelente negócio, pois opera com taxas e custos mais baratos que os bancos. Outra vantagem é que a cooperativa disponibiliza produtos e serviços semelhantes aos de uma instituição bancária, com diferença acentuada nas taxas de juros e demais custos e o atendimento diferenciado ao próprio dono da instituição. O objetivo principal da cooperativa é a poupança sistema e o crédito produtivo, que possibilitará a alavancagem dos seus negócios. “São esses benefícios que iremos detalhar na sessão plenária da ACM. Mostraremos os resultados expressivos da CREDISUL e como a cooperativa está conseguindo se expandir no Maranhão”.

Câmara anuncia concurso

João Lisboa – A presidente da Câmara de Vereadores de João Lisboa, Sônia Maria Mota Santana, confirmou na última segunda-feira, dia 16, durante a sessão solene de reabertura dos trabalhos legislativos que será realizado ainda neste semestre concurso público para provimento de vagas no Poder Legislativo.

Segundo ela, a realização de concurso público cumpre uma recomendação do Ministério Público do Maranhão. A previsão é que o certame seja realizado até meados do mês de junho. “Nós estaremos cumprindo a legislação, pois todos os detalhes estão sendo organizado pela assessoria jurídica da Câmara”, disse. (Assessoria)

Cléber Verde é campeão de gastos na Câmara

A Câmara dos Deputados usou R$ 135,4 milhões para reembolsar os políticos por despesas de mandato de fevereiro a dezembro de 2011. O levantamento feito pelo UOL tem base em informações da cota de atividade parlamentar fornecidas desde o início da atual legislatura. Esse valor equivale a pouco mais de 193 mil benefícios básicos do programa Bolsa Família, fixados em R$ 70.

A cota parlamentar não inclui o salário mensal de R$ 26,7 mil. Os reembolsos ainda devem aumentar porque os deputados têm até três meses após a emissão da nota fiscal para informarem os gastos –e pode haver atualizações até março. O levantamento do UOL usou informações disponíveis no site da Câmara até 9 de janeiro de 2012.

O maior gasto dos deputados é com publicidade de suas próprias atividades: R$ 24,9 milhões (18,5% do total) gastos com panfletos e jornais, por exemplo, entre outras formas de divulgação. Depois aparecem gastos com passagens aéreas e frete de aeronaves (R$ 19,6 milhões), telefonia (R$ 19,5 milhões), aluguel de transporte (R$ 19 milhões), combustível (R$ 15 milhões), manutenção de escritório político (R$ 14 milhões), consultorias (R$ 13,5 milhões), serviços postais (R$ 5 milhões), alimentação (R$ 1,7 milhão), hospedagem (R$ 1,7 milhão), segurança (R$ 1,2 milhão) e assinatura de publicações (R$ 231 mil).

A média de gasto por deputado é de R$ 232 mil, considerando os 583 políticos que assumiram mandato no primeiro ano da atual legislatura (que começou em 1º de fevereiro de 2011 e acaba em 31 de janeiro de 2015). Esse valor permitiria o financiamento de uma moradia pelo valor máximo no programa federal Minha Casa, Minha Vida (R$ 170 mil) e a compra de dois automóveis populares.

Os campeões

O deputado que mais pediu reembolso de gastos à Câmara de fevereiro a dezembro de 2011 foi Cléber Verde (PRB-MA): R$ 368 mil. Ele também liderava o ranking em julho de 2011, quando o UOL apresentou os gastos feitos nos cinco primeiros meses da legislatura.

O segundo colocado no ranking é Raul Lima (PSD-RR), com R$ 366 mil. Em terceiro lugar aparece Teresa Surita Jucá (PMDB-RR) --ex-mulher do senador Romero Jucá (PMDB-RR)--, com R$ 361 mil.

Procurado pelo UOL, o deputado Cléber Verde não foi localizado pela reportagem nem pelos secretários de seu gabinete até a publicação deste texto. Raul Lima afirmou que é “muito alta” a importância da cota parlamentar para o exercício do mandato e que duvida ser possível diminuir os gastos em 2012.

Já a deputada Teresa Surita Jucá disse que tem “preocupação e cuidado constantes em economizar e fazer o melhor possível com os recursos disponíveis, tanto em meu gabinete de Brasília, quanto no de Roraima”. Ela ainda lembrou que políticos “dos Estados mais distantes de Brasília naturalmente usam mais recursos” –as cotas para esses Estados são maiores.

O que é a cota parlamentar?

A cota para exercício da atividade parlamentar é o dinheiro reservado pela Câmara para reembolsar deputados por gastos decorrentes de seu trabalho. Inclui 12 categorias de despesas, de telefonia e alimentação a aluguel de carros e divulgação.

O valor mensal da cota varia para cada unidade da federação, e vai de R$ 23 mil para deputados do Distrito Federal a R$ 34 mil para os de Roraima.

Se o deputado não gastar o máximo que pode em um mês, o que sobra acumula e pode ser usado depois – mas só até virar o ano, depois disso o crédito expira.

As regras para uso da cota são estabelecidas pelo ato 43 da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, publicado em 21 de maio de 2009, quando o presidente da Casa era Michel Temer (PMDB-SP) –atual vice-presidente da República.

Fonte: Portal UOL

Vereadores destacam trabalho do deputado Dr. Pádua

Formosa da Serra Negra - O vereador José Valnei Moreira dos Santos (PMDB) destacou, em entrevista à reportagem, o trabalho desenvolvido pelo deputado estadual Dr. Pádua (PSD) que luta para melhorar a qualidade de vida da população dos munícipes das regiões sul e sudoeste do Maranhão. “Nós temos observado o esforço do parlamentar em viabilizar ações que resultem em benefícios à comunidade nas áreas da saúde e da infraestrutura”, disse.

Ele destaca ainda que a tendência do parlamentar é crescer politicamente em toda região, pois tem feito um grande trabalho, contribuindo com o processo político-administrativo. “Essa atuação do deputado Dr. Pádua tem sido divulgada de forma bastante positiva, inclusive aqui na Formosa da Serra Negra”, conta.

Já no quarto mandato de vereador, Miguel da Silva Milhomem (PMDB) enfatizou a visita feita pelo deputado estadual Dr. Pádua à residência do médico Dr. Edmilson, pré-candidato a prefeito do município de Formosa da Serra Negra. “Nós temos observado a adesão de várias famílias, grupos políticos e lideranças comunitárias nesta pré-candidatura do doutor Edmilson”, assinala.

Ele reconhece também como de suma importância o trabalho realizado pelo deputado Dr. Pádua que traz reflexos diretos na melhoria da vida da população. “Essa parceria com o doutor Edmilson tem sido das melhores, pois sabemos da competência e da gama de trabalho prestado ainda neste primeiro ano de mandato na Assembléia Legislativa do maranhão”, declarou.

A suplente de vereador Auderina Andrade, do PMDB, elogiou o trabalho, o caráter e o compromisso político do deputado estadual Dr. Pádua que tem feito um grande trabalho não apenas pró-Formosa da Serra Negra, mas em toda região sudoeste maranhense. “Nós temos hipotecado irrestrito apoio ao trabalho realizado pelo deputado doutor Pádua”, concluiu. (Assessoria)

Calote oficial

Um empresário de Imperatriz tenta, sem sucesso, receber pelo fornecimento de alimentos e materiais de limpeza e de escritório a uma prefeitura da região.

O prefeito, que sempre se esconde, escala a mãe pra resolver o pepino, mas sempre há uma desculpa, um sumiço.

Enquanto o município pena, e os fornecedores estão com a corda no pescoço, o jovem prefeito curte à sombra, preparando-se para disputar a reeleição com o rico dinheirinho dos credores.

IMPERATRIZ: Ex-presidente da Câmara Municipal busca o sétimo mandato

José Carlos disputa uma vaga no legislativo municipal pelo PSDB Seis mandatos, quase quatro décadas de vida pública, três vezes eleito segui...