CASO NENZIN - Roseana e Sarney Filho se calam após a prisão de Júnior

Roseana faz campanha para Júnior (camisa e boné verde); ele, segundo a Polícia, é o mandante da morte do próprio pai, o ex-prefeito Nenzin
A ex-governadora Roseana Sarney e seu irmão, Sarney Filho, estiveram no velório do ex-prefeito de Barra do Corda, Manoel Mariano de Sousa, o Nenzin, assassinado na quarta (06) com dois tiros na nuca. 
Os dois tentaram dar conotação política ao crime e responsabilizar o governador Flávio Dino por uma suposta onda de crimes de pistolagem no estado.

Foi o sinal para que deputados aliados do clã Sarney, blogueiros patrocinados pela oligarquia saneyzista e o jornal da família detonassem uma enxurrada de boatos tentando atingir a imagem do governador e do secretário de Segurança, Jefferson Portela.

Lamentável e condenável a posição adotada pelos filhos do Oligarca. Tentaram usar a morte do ex-prefeito para fazer campanha antecipada.

Em menos de 48 horas o caso estava elucidado. Não foi crime de pistolagem, mas uma triste desavença familiar. O mandante do crime – segundo a Polícia, réu confesso – é o filho do ex-prefeito, o Junior, candidato derrotado apoiado por Roseana na última eleição para prefeito.

Até agora nenhuma nota no jornal, nem nos blogues pagos pela oligarquia, nem da ex-governadora e nem do irmão dela, o ministro Zequinha.


Só no Maranhão. Por isso, o estado não pode retroceder aos desmandos de uma família que dominou a política durante quase cinco décadas e ainda tenta volta ao poder usando os mais baixos artifícios. 

Deputado Marco Aurélio vistoria obra de escola de tempo integral

Deputado Marco Aurélio (camisa vermelha) e o superintende de Articulação Política da Região Tocantina, Adonilson Lima
O deputado estadual Professor Marco Aurélio (PCdoB) fez vistoria nessa quinta-feira (7), no prédio que está sendo reconstruído e que em poucos meses será transformado na primeira escola de tempo integral de Imperatriz. 

O Centro de Ensino Tancredo Neves, no bairro Vila Redenção II, cujo prédio tem 30 anos de construído e sem ter recebido uma grande reforma, desta vez recebe um grande investimento do Governo Flávio Dino e está sendo preparada para inaugurar a proposta pedagógica da escola em tempo integral na região Tocantina.

A primeira escola de tempo integral de Imperatriz funcionará das 7:30h às 17h, com direito a todas as refeições durante esse período. 

Orleane Santana, gestora geral da Unidade Regional de Educação (URE) de Imperatriz, explica que “no primeiro turno, os alunos terão as disciplinas regulares e no segundo turno, a escola, através de um conselho junto com os alunos, escolherá quais as disciplinas adicionais serão ministradas como: robótica, computação, língua estrangeira, curso de redação, além das oficinas de teatro, dança, entre outros”, afirma.

O professor Marco Aurélio, que desde o início participou da discussão e da articulação junto às secretarias estaduais de Educação e de Infraestrutura, inclusive mostrando a viabilidade da escola, na região em que está localizada e o alcance social, destaca a importância para a educação e a confiança na proposta.

“No governo Flávio Dino (PCdoB) já são 18 escolas em tempo integral implantadas em todo o Maranhão, onde não existia nenhuma escola com esta proposta. No início do próximo ano letivo serão mais de 40 escolas em tempo integral. O Centro de Ensino Tancredo Neves, que atenderá 400 alunos, está passando por uma reconstrução completa, terá uma estrutura de 10 salas, além dos laboratórios para dar mais qualidade de ensino aos jovens e será entregue para o ano letivo de 2018." ressaltou o parlamentar.

Para que os alunos possam estudar no Centro de Ensino Tancredo Neves é necessário que seja feito a pré-matrícula através do site da Seduc (http://sistemas.educacao.ma.gov.br/matricula2018/). 

Aprovado nesse primeiro processo classificatório, a efetivação da matrícula, com a apresentação dos documentos, acontecerá no período de 08 a 19 de janeiro de 2018 no centro de ensino escolhido.

A visita teve a presença do superintendente de articulação política da região, Adonilson Lima e da Gestora Orleane Santana.

O gestor da unidade, Professor Rios, manifestou sua satisfação com a transformação na escola. “Estamos muito satisfeitos e motivados para este desafio. Agradecemos imensamente ao Governador Flávio Dino por contemplar nossa escola com essa proposta e pelo grande investimento que esperamos por décadas”.

Tiririca, A Farsa

Tiririca, o palhaço-deputado. Ou o deputado-palhaço? (Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Ele foi o candidato a deputado federal mais votado do país, em 2010, com mais de 1 milhão e 300 mil votos. Quatro anos depois foi o segundo mais votado, de novo para a Câmara dos Deputados. Ao final de sete anos de mandato: subiu apenas uma vez na tribuna – exatamente para anunciar que deixará a política ao final do mandato, 2018 -, aprovou apenas um projeto e, segundo Veja, usou dinheiro público para pagar despesas de uma viagem que fez a Minas Gerais, onde fez um show.

Pois o sujeito, que passou todo esse tempo fazendo piadinha sem graça sobre a política, agora quer posar de bobinho, de vítima de um sistema opressor no parlamento nacional, de quase um deprimido patriota cansado de tanta pilantragem nas hostes políticas tupiniquins.

O senhor Tiririca votou pelo impeachment da presidente Dilma e votou duas vezes para manter o atual ocupante do Palácio do Planalto, Michel Temer, longe das garras da lei.

As declarações do palhaço-deputado, no discurso de despedida, soam como fracasso dele; ele que esperava um parlamento de joelhos a oferecer-lhe um picadeiro aonde pudesse escrachar a classe política com direito a espaço na mídia nacional.

Em recente entrevista a um famoso jornalista, disse que sabia que compravam votos para livrar Temer de investigação, disse também que foi procurado para receber dinheiro – mas, diz, ele, não aceitou.

No citado discurso da Câmara, saiu-se com essa: "A gente sabe que todos nós ganhamos bem para trabalhar, nem todos trabalham. [...]”.  

A verdade é que o palhaço-deputado prestou um desserviço ao país, desrespeitou seus eleitores e foi covarde ao fugir da luta, ao afundar-se na sua poltrona no plenário, ao esconder-se dos grandes debates, ao concordar com as trapaças que testemunhou e das quais teve conhecimento.

Como servidor público muito bem pago, ele cometeu crime de omissão, ao admitir que sabia do balcão de negócios na Câmara dos Deputados.
Por que não denunciou, não levantou a voz contra as bandalheiras? Por que não se juntou a tantos outros colegas – que ele mesmo diz saber que são honestos – que não concordaram, que colocaram a boca no mundo denunciando as falcatruas?

Ora, agora é fácil atacar o parlamento e sair como bonzinho, como vítima, em um momento em que a classe política cambaleia?

O palhaço-deputado é uma farsa e exemplo para que os eleitores não caiam na lábia sujeitinhos medíocres metidos a santos e salvadores da pátria.
O senhor Tiririca já vai tarde. Ganhou muito dinheiro público e ficou caladinho. Sequer marcou posição no debate nacional. Entre seus pares, é convocado sempre para contar suas piadinhas sem graça. 

Apenas isso. No fundo, o palhaço-deputado quer acoitar a própria covardia, a incompetência, a inaptidão e golpe baixo que aplicou na Nação.

Deveria estar num circo romano, entre os leões.        
   

Flávio Dino: “Estamos plantando justiça social”

Governador conhece uma típica casa de farinha de mandioca 

Texto: Fabiana Akira
Fotos: Handson Chagas
07/12/2017

O governador Flávio Dino abriu nesta quinta-feira (7) a 14ª edição da Feira de Agricultura Familiar e Agrotecnologia do Maranhão (Agritec), no município de Cururupu. Ele fez uma série de entregas e investimentos para ajudar os produtores da região. 

Os agricultores receberam 14 toneladas de sementes de arroz e 50 toneladas de sementes de milho. Também foi feita a doação de 15 Kits Feiras, que são compostos por barracas, balança, jalecos, caixa de isopor e caixas plásticas. 

Flávio Dino entregou, ainda, sete títulos de terra (totalizando mais de 200 hectares) a agricultores de Cururupu e região, além de liberar centenas de milhares de reais em recursos para os produtores. Foram R$ 170 mil para a cadeia produtiva da mandioca; e foi assinado custeio de R$ 709 mil com o Banco do Brasil dentro do programa Pronaf Mais Alimento. 

Além disso, foi firmado convênio com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) para a implantação de beneficiamento de sementes. “Estamos plantando uma planta muito especial chamada justiça social. Quando a gente é eleito para uma missão, tem que lembrar a serviço de quem está. Se quer ser governador para poderosos, que sempre tiveram tudo, ou governador para quem sempre foi esquecido e condenado à negação de direitos e invisibilidade”, afirmou Flávio Dino ao abrir a Agritec. 

“Quando se está num barco, tem que saber aonde quer chegar. E nós sabemos aonde queremos chegar. Queremos um Maranhão de justiça social. E para isso tem que ser um Maranhão com direito para todos, e é o que estamos construindo nesta Agritec”, acrescentou. 

A Agritec leva conhecimentos por meio de oficinas, minicursos, palestras e seminários, com apresentação de diversas tecnologias para incrementar a produção da agricultura familiar. E também ajuda nas vendas. 

A agricultora Creusa Fonseca Prado compareceu para mostrar o que produz: “A gente vende, tira o resultado e é muito importante para a nossa comunidade”. Ana Lucia Oliveira, também presente na feira, diz que a Agritec “valoriza o nosso trabalho como agricultor familiar e mostra que o nosso produto pode agregar valor”. 

Futuro

“Uma ação como essa simboliza um compromisso não só com os agricultores familiares, mas com o futuro deste país. A reforma agrária não é atribuição do Governo do Estado, mas o governador Flávio Dino assumiu para si a responsabilidade de ajudar a resolver um monte de problemas que existem há décadas neste Estado”, disse João Paulo, representante do MST nacional, sobre o apoio dado aos agricultores.

Ele anunciou, também, que o MST celebrou parcerias para implementar no Maranhão um espaço para produção de sementes e para criar uma agroindústria de arroz. 

Legado

O secretário da Agricultura Familiar, Adelmo Soares, afirmou que as 14 edições já realizadas da Agritec “deixam um legado de muita esperança por meio de conhecimento, tecnologia, experiência, comercialização, acesso a crédito e terra. Esse é o governo que cuida das pessoas, de quem mais precisa”. 

A prefeita de Cururupu, Professora Rosinha, disse que os investimentos e entregas feitos na produção levarão “uma nova forma de trabalhar” para os agricultores e pescadores. Ela lembrou que “nosso município não é dos maiores portes, mas tem muita riqueza natural e potencial muito grande”. 

Terra garantida

O presidente do Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma), Raimundo de Oliveira Filho, disse que o papel do órgão vai além da entrega dos títulos. “Trouxemos nossos técnicos para a população da região saber como conseguir a regularização de terra. E os técnicos mostram os caminhos a serem seguidos para as comunidades adquirirem os créditos da reforma agrária”, afirmou. 

Nova lei

Na Agritec, Flávio Dino também assinou proposta de criação de lei de incentivo à agricultura familiar no Estado. O projeto vai para a Assembleia Legislativa. 

CRAS

Em Cururupu, Flávio Dino ainda entregou o novo prédio do Centro de Referência de Assistência Social. O local vai atender mais de 1,5 mil famílias anualmente. 

Joanete da Silva Pinto faz parte do grupo de idosos atendidos pelo CRAS, que até agora não tinha um local fixo. “É um sentimento de alegria e alívio porque é uma coisa nossa. Antes era um dia aqui, uma semana ali, um mês acolá. Tinha hora que a gente nem sabia onde estava localizado o CRAS”.

Vereador quer ação civil do MP contra Assis Ramos

Vereador Carlos Hermes e o promotor da Educação, Criança e Adolescente, Lucas Mascarenhas 
Alegando descumprimento da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), o vereador Carlos Hermes (PCdoB) encaminhou reclamação ao Ministério Público Estadual em que solicita a abertura de ação civil pública contra o prefeito de Imperatriz, Assis Ramos. O vereador protocolou denúncia no MP na tarde desta quarta-feira (06).

Segundo relato do vereador, o Município supostamente teria decidido encerrar os contratos dos professores seletivados no próximo dia 14, quando seriam válidos até o dia de dezembro.

O vereador alega que a decisão por parte do Município compromete o ano letivo na rede municipal de ensino. Ele cita o artigo 24 da LDB que estabelece que a carga horária anual para o ensino médio é de “duzentos dias de efetivo trabalho escolar, excluído o tempo reservado com exames finais, quando houver”.

“A decisão do prefeito não atende aos duzentos dias letivos e ele [prefeito] quer deixar para completar sem a presença do professor em sala de aula, apenas com vigias e coordenadores. Ou seja, é ilegal. Além de tirar o direito do trabalhador de receber todo seu salário do mês de dezembro, vai receber só metade, esse dispositivo da lei está sendo descumprido”, argumentou o vereador em entrevista à Assessoria de Comunicação da Câmara Municipal de Imperatriz.

Em suas alegações ao MP, o vereador também cita a Constituição, em seu artigo 208, parágrafo II, que diz que “o não-oferecimento do ensino obrigatório pelo Poder Público, ou sua oferta irregular, importa responsabilidade da autoridade competente”.

Lei de Responsabilidade

Carlos Hermes também disse na entrevista que a Prefeitura de Imperatriz descumpriu a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) ao extrapolar os gastos previstos na Lei com o pagamento de salários.

“A Prefeitura de Imperatriz gasta 55.62% de sua arrecadação com folha de pagamento de pagamento, quando a Lei de Responsabilidade estabelece que o limite prudencial é de 51% do que se arrecada e o limite máximo é de 54%. Ou seja, a Prefeitura está gastando quase 2% além do estabelece a lei”, afirmou.

De acordo com o vereador, a LRF prevê, em casos como este, a Prefeitura está proibida de celebrar convênios federais, receber verbas de emendas parlamentares, além de impedida de criar e cargos e funções em seu organograma administrativo.


“O prefeito perdeu o planejamento fiscal do Município. E qual é a consequência? Não ter dinheiro para a educação, porque tem mais funcionários do que a Prefeitura precisa”, acrescentou o vereador, revelando que ouviu do próprio secretário municipal de Educação de que o Município não tem dinheiro para pagar o 13º salário e o complemento do salário de dezembro. 

Artigo: Passo inovador para democratizar mídia

Robson Paz (*)
A comunicação é um direito humano fundamental – acesso à informação e liberdade de expressão. No Brasil, ainda distante da universalização. Mapeamento feito pela MOM-Brasil em 50 veículos ou redes de comunicação constatou que apenas cinco famílias – Marinho (Globo), Macedo (Record), Saad (Bandeirantes), Frias (Folha) e Sirotsky (RBS) –  concentram os maiores conglomerados de comunicação do país.

Difícil imaginar que a população tenha livre acesso à informação num ambiente em que apenas um séquito “iluminado” define a agenda de comunicação de todo o território nacional. Que dizer da liberdade de expressão em terreno tão pantanoso quanto inacessível.

Alguém haverá de dizer: temos a internet espaço livre e plural! Verdade em certa medida. Não é bem assim. A despeito de todo avanço e popularização da rede mundial de computadores, mais de 30% da população ainda não tem acesso à internet. Estatística muito mais adversa na região Nordeste.

Qual seria a alternativa para democratizar os meios de comunicação? Não há resposta, nem receita pronta. Mas, indícios de caminhos a serem percorridos.

A regulação da mídia e a democratização de conteúdo e investimentos são alternativas. Poucos governos fizeram isto em nível federal. Nos estados de forma insignificante.

No Maranhão, a reprodução do modelo concentrador e excludente dos meios de comunicação é ainda mais aguda. As principais redes de comunicação do estado estão em poder de famílias de políticos, que podem ser contadas em parte dos dedos de apenas uma das mãos. Por aqui, os Sarney, Lobão, Rocha concentram a maioria absoluta da mídia.

A despeito do regramento sobre concessões de rádio e TV ser prerrogativa do governo federal, o governador Flávio Dino tem desenvolvido política de comunicação ousada e democrática, que insere e estimula os meios de comunicação alternativos. Faz isto ao cumprir o item 53 das propostas de governo, que estabelece apoio às rádios comunitárias, blogs noticiosos e jornais regionais. Política pública de comunicação em curso desde 2015, que se materializa com muito mais ênfase no lançamento do programa Mais Comunicação. Iniciativa inédita no estado, quiçá no país, de apoiar a comunicação comunitária, por meio de edital de chamada pública.

Nesta primeira etapa serão contempladas 70 entidades, que mantém rádios comunitárias. Isto representa quase metade das emissoras deste segmento legalizadas do Maranhão. As Radcoms terão acesso a equipamentos, a partir de critérios técnicos com prioridade para as rádios legalizadas em operação nos municípios mais pobres do estado, que integram o programa Mais IDH.

Quem conhece a realidade da radiodifusão comunitária do país e especialmente do Estado sabe das condições precárias da maioria das emissoras.

O fortalecimento de mídias livres é passo inovador e fundamental para o empoderamento de cidadãos conscientes de seus direitos e deveres. Informação e conhecimento são insumos essenciais na construção de uma sociedade melhor, mais justa, com direitos e oportunidade para todos.

Enigmático, o jornalista e doutorando em comunicação Renato Rovai, editor da Revista Fórum, sintetizou a iniciativa do governador Flávio Dino: “Se todos os governadores progressistas fizessem isso…”.

(*) Robson Paz é radialista, jornalista, secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM

Alberto Sousa destaca encontro do PDT em São Luís


O vereador Alberto Sousa registro na tribuna, na sessão desta terça-feira (05) da Câmara Municipal de Imperatriz, o encontro estadual do PDT realizado no último sábado (02) em São Luís que oficializou a pré-candidatura do deputado Weverton Rocha ao Senado. O encontro com a participação do governador Flávio Dino, do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, do presidente do PDT, Carlos Lupi, e do presidenciável Ciro Gomes.

Alberto Sousa disse que 2017 foi o ano de fazer política, de buscar alianças com prefeitos e vereadores e que a partir de agora “começa outra batalha” para o deputado Weverton Rocha, que foi confirmado como o primeiro pré-candidato ao Senado a ser apoiado pelo governador Flávio Dino.

“Estamos trabalhando para eleger o mais jovem senador eleito pelo Maranhão, um senador que será municipalista, procurando defender os interesses do Maranhão na Câmara Alta, sem esquecer das bases, trabalhando com os prefeitos e os vereadores pelas demandas dos municípios”, disse o vereador.


Alberto Sousa também registrou a participação do presidenciável Ciro Gomes, ex-governador do Ceará, ex-ministro da República, “uma excelente opção nesse momento de descrença na elite da classe política brasileira”.

CASO NENZIN - Roseana e Sarney Filho se calam após a prisão de Júnior

Roseana faz campanha para Júnior (camisa e boné verde); ele, segundo a Polícia, é o mandante da morte do próprio pai, o ex-prefeito Nenzin...