Prefeitura autoriza licitação para o Plano de Resíduos Sólidos

Técnicos elaboram relatório para construção do Plano de Resíduos Sólidos


O prefeito Assis Ramos autorizou, nesta semana a licitação para a contratação da empresa que fará a elaboração do Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, um dos instrumentos mais importantes de planejamento e estruturação do setor público. A idoneidade e o atestado de capacidade técnica, entre outros aspectos, serão avaliados durante processo.
            O engenheiro ambiental de Projetos Especiais da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semmarh), Allison Daniel, explica que é preciso elaborar o Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos e em seguida fazer a aquisição do terreno para a construção do aterro.
            A Semmarh já realizou estudo em duas regiões da cidade, com o objetivo de chegar ao local mais propício para a instalação do aterro. Durante 15 dias foram feitas análises para elaborar um laudo técnico com os critérios da localização mais adequada. Nesse estudo, foi levada em consideração a proximidade do local aos riachos e corpos hídricos subterrâneos, analisada a vegetação da área, as características do solo, a distância entre a área e centros populacionais e aeroporto, entre outras.
            “Sabendo qual a melhor região, a gente pode começar a verificar quais as possíveis áreas inseridas nessa região para implantar o aterro, até porque o município vai precisar adquirir essa propriedade com até 30 hectares” – explicou Allison. Ele enfatiza que o local deve ser consolidado preferencialmente por pastagem, sem a presença de riachos e lençóis freáticos, além de áreas de proteção permanente (APP).  
            Questões logísticas, de tráfego e acesso ao local onde será construído o aterro, foram levados em consideração, já que o tráfego dos transportes será intenso, por isso foram verificados também a estrutura das estradas e fluxo do trânsito.
            De acordo com a secretária da Semmarh, Rosa Arruda, os recursos para o aterro já estão garantidos pelo Ministério de Meio Ambiente. “É necessário que tenhamos um plano de gerenciamento de resíduos em funcionamento para que o aterro possa ter uma vida útil de 20 a 30 anos” - explicou.
Sara Batalha/ Ascom PMI

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Clã Sarney e o ‘Bloco Sanatório Geral’

Os temas se cruzam com extrema coincidência que pensamos (ou temos certeza) que ainda estamos no auge do coronelismo político no Maranhão...