MOVIMENTO SINDICAL E AS ELEIÇÕES DE 2016

Por João Guilherme Vargas Netto, consultor sindical

Agora que os analistas de todos os matizes acordaram para a realidade do calendário em que 2016 vem antes de 2018 – ou seja, as eleições municipais precedem e configuram as eleições gerais – é hora de aproximar o movimento sindical como instituição das ações das prefeituras e das propostas dos vereadores.

Tenho recomendado, na linha de fazer o melhor possível, quatro eixos de preocupações no atendimento das exigências do eleitorado e da população:

1-    O “fazimento”, quer dizer, a capacidade de empreender ações que atendam as populações e aproximem as administrações da vida dos cidadãos;
2-     Pessoas práticas com ideias fortes;
3-    Cuidado com o simbólico, de tal forma que, a cada momento, o prefeito e sua equipe escolham ser ou Roosevelt ou Bush, ou quem quer que sinalize virtudes e defeitos polarizados;
4-    Visitas, que aproximem os mandatários da vida organizada da sociedade.

É neste item que comparece, com força, o movimento sindical.

Em todas as grandes cidades, em particular nas capitais, existe uma rede forte e diversificada de entidades sindicais cuja vida- a vida de seus filiados e de suas categorias representadas – se confunde com a vida da cidade.

Assim como recomendo que Maomé vá à montanha, recomendo também que a montanha se aproxime de Maomé ao criar pautas capazes de refletir as necessidades e exigências dos trabalhadores e trabalhadoras representadas.

Se estas pautas forem concebidas com a experiência positiva da unidade de ação, elas refletirão o anseio sindical e da cidadania e não perturbarão o legítimo jogo democrático dos partidos e das alianças que, desde já, passaram a se preocupar com as eleições municipais de 2016.

*Extraído de http://www.sinfa.org.br/

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